Home Data de criação : 07/04/14 Última atualização : 08/05/08 22:10 / 24 Artigos publicados
 

"Ainda é cedo"  escrito em quinta 21 junho 2007 01:00


 

O amigo músico Teka Rabello lançou o CD “Todas as Cores” há algum tempo. Nos deu a honra de gravar a música “Ainda é cedo”, que havia sido registrada anteriormente em “Identidades”.

 

Autor: Márcio Diniz
Voz e violino acústico: Marcos Rabello

Voz e violões: Márcio Diniz

Baixo e programação de teclados: José Dias

Guitarras: José Antônio Scheid

Bateria: José Arthur Aguiar
 

Até mais tarde
Nem pense em dizer
So far away
Fique um pouco mais
Se não foi dessa vez
Que amanheceu
O nosso dia
Outra vez
Vão surgir os sinais
Longe da escuridão

  Ainda é cedo
Por mais que pense
Em olhar pra trás
E me arrepender
É o futuro que vem
Sempre dizer
A vida é bela
Hoje eu sei
Que se esconde no ar
O segredo a razão
O recomeçar
Basta olhar
Pra saber que haverá
Sempre uma outra vez

 

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Kritka do Kiko  escrito em quinta 21 junho 2007 23:12

 

Este blog não se propõe a seguir uma cronologia rígida. Por isso, reproduzimos neste artigo a crítica publicada no Estado de Minas pelo jornalista Kiko Ferreira quando do lançamento do CD “Identidades”. Segue o texto:

 

Vitaminado com um filé suculento
Márcio Diniz mostra profissionalismo, com um CD que traz onze faixas inéditas

Parece que os tempos de independência do mercado musical andam inspirando compositores bissextos a tirar da gaveta seus projetos. O jornalista e músico Márcio Diniz produziu, às próprias custas, um CD mais que demo, que vale não por um bifinho, mas um filé suculento. “Identidades” é um disco cheio, com 12 músicas, diferente dos minguados demos de meia dúzia de faixas mais comuns ao formato. Com bom acabamento técnico e artístico, já pode, inclusive, ser encontrado em duas lojas da capital (Acústica e Discomania), para alegria dos amigos. Autor das 11 músicas, três em parceria com João Diniz, uma com Rick Diniz e uma com Paulo Ricardo, Márcio tocou a maior parte dos instrumentos, gravou tudo num Roland VS 890 e fez os vocais. Como nos velos LP’s, o melhor está na primeira faixa, “Sobreviventes”, que o autor classifica como um rock que pretende traçar perfil de sua geração, lembrando Lô Borges e Fernando Oly. No meio do perfil, versos flagrantes de um estado de espírito: “uns colecionam estrelas cadentes/outros contam balas perdidas/uns guardam beijos sempre incandescentes (...)/vagalumes nas lâmpadas queimadas”. Nas outras dez, baladas (“Sei que um dia”, “Ainda é cedo”), blues (“Vermelho e blue”), rock tipicamente mineiro (“Corda bamba”) e até um som quase gafieira (“Lamento”). Tudo com solos de guitarra e sax bem distribuídos e, como se dizia nos anos 70, inseridos no contexto. Kiko Ferreira, jornal Estado de Minas

 

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"Toque", não sei se foi a vida ou Deus ...  escrito em sexta 22 junho 2007 00:20


 

Esta é a segunda parceria com Paulo Ricardo, amigo poeta e músico carioca que se encantou com as baleias de Santa Catarina e adotou as praias de Garopaba como residência. Feita em casa, a gravação é uma demo que registra o exato momento em que a canção terminou de ser composta.

  Autores: Márcio Diniz e Paulo Ricardo
Violões, baixo, guitarra e voz: Márcio Diniz

  Não sei se foi o toque da mão
Aquele olhar o tom da voz, talvez
Os dardos flamejantes castanhos
Flamejando castanho

  Não sei se foi a vida ou Deus
Não sei se foi a dor ou prazer
Delícia de sofrer assim
Delícia de sofrer assim

  Navegar no azul, só no azul
Quase morrer feliz
Navegar no azul, só no azul
Quase morrer feliz
 

Não sei se foi a rouquidão
Falando baixinho assim
Amor, amor, amor, amor
Amor assim sem fim

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"Miragem", quando a luz é ilusão ...  escrito em sexta 22 junho 2007 00:44


 

Um dos temas mais recentes, gravado no estúdio de Jimmy Duchowny,
baterista norte-americano radicado em Belo Horizonte.


Sobre o Jimmy, devo lembrar que logo depois que coloquei a canção sobre a mesa ele comentou que tentaria fazer uma batera tipo as que se ouve em discos do James Taylor, o que me agradou profundamente. Desnecessário dizer que Jimmy é reconhecido como um dos melhores bateristas do mundo, sem exagero, professor do Zé Arthur e do meu sobrinho Lucas. Minha mãe me ligou um dia achando que a batera estava meio baixa, talvez sem se dar conta que os grandes não precisam de solos, simplesmente respeitam as canções ...

 

 

Autor: Márcio Diniz

Voz, violão, viola de 12 e baixo: Márcio Diniz

Bateria: Jimmy Duchowny

 

Quando a realidade

É miragem

E a luz, ilusão

Quando o absurdo

Ou qualquer bobagem

Me distanciam do chão

 

Quanto mais

Me aproximo do fogo

Mais frio eu fico se sinto

Que falta a sua mão


Se eu me torno incapaz

De evitar o caminho

Da dor, da saudade

E da escuridão

 

Sei que o amor

Só me abre passagem

No seu coração

É só deixar sua força

Viagem

Me dar direção

 

Quanto mais

Me aproximo do fogo

Mais frio eu fico
se sinto

Que falta a sua mão

 

Se eu me torno incapaz

De evitar o caminho

Da dor, da saudade

E da escuridão

 

Felicidade de ter no seu mar

Ventos pra navegar

O amor só me abre passagem

No seu coração

É só deixar sua força viagem

Me dar direção

 

Quando a realidade

É miragem

E a luz, ilusão

Sei que o amor

Só me abre passagem

No seu coração

 

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Over Neil Young Cover  escrito em sexta 29 junho 2007 02:15

 

Reprodução da capa do CD de divulgação da banda Over Neil Young Cover, projeto paralelo dos irmãos Diniz idealizado e coordenado por Rick Bolina. Formada em 2002, a ONYC resgata e divulga a trajetória de um gênio da música, o canadense Neil Young. A banda já atuou em diversos locais de cidades como Belo Horizonte, Poços de Caldas (MG), Limeira (SP) e Garopaba (SC). Os shows incluem sets acústicos ou elétricos, de acordo com as características do público e dos locais onde a banda se apresenta. A ONYC já lançou dois discos: um acústico (Live Into The Volcano) e outro elétrico (Ao Vivo na Praça). 

Contatos para shows, encomendas, solicitações de arquivos mp3 ou comentários:

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